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Motorista que bate em poste tem de pagar cerca de R$ 9 mil à Eletropaulo

Poste é derrubado por carro em acidente em Piracicaba, no interior de São Paulo (Foto: Wesley Justino/EPTV)
Bater o carro em um poste de São Paulo pode custar mais caro do que se imagina. Além dos gastos com os reparos do veículo, o motorista que se envolve em acidentes do tipo pode ter de arcar também com o custo do conserto do poste. O preço da estrutura varia e, em média, é estimado em R$ 9 mil, de acordo com a AES Eletropaulo.
A distribuidora de energia afirma que é obrigada a trocar, por ano, cerca de mil postes danificados por acidentes em sua área de concessão, que abrange 24 municípios da Grande São Paulo, incluindo a capital. Só em 2015, 924 postes precisaram ser substituídos após serem atingidos por automóveis. Nos primeiros seis meses deste ano, já foram 419.
Segundo a AES Eletropaulo, a Zona Sul da cidade é a que concentra a maior incidência de batidas envolvendo postes. Foram ao menos 354 episódios nos últimos 18 meses, o que dá uma média de quase 20 acidentes do tipo mensalmente. A segunda no ranking é a Zona Leste, com pelo menos 302 avarias de postes causadas por veículos desde janeiro de 2015.
O custo para substituir um poste danificado varia de acordo com sua estrutura e os equipamentos nele instalados. Alguns sustentam apenas linhas de transmissão de energia elétrica e telefonia e, por isto, são mais baratos. Outros, por conterem aparatos como transformadores ou caixas de televisão a cabo, por exemplo, têm valor mais elevado.
O preço médio cobrado dos motoristas é de R$ 9 mil, de acordo com a AES Eletropaulo. Em aproximadamente 60% dos casos registrados nos últimos dois anos, a distribuidora de energia disse ter conseguido identificar o condutor que provocou o dano à estrutura. Destes, 40% já fizeram acordo para ressarcir o valor e o restante ainda negocia com a companhia.
Uma faixa da Avenida Francisco Junqueira, uma das principais vias que liga as zonas leste e oeste de Ribeirão Preto (SP), permanece interditada próximo ao cruzamento com a Avenida Costábile Romano, após um carro bater e
Segundo a empresa, a cobrança sempre acontece e só não é feita em duas situações: quando o motorista foge com o veículo após o acidente e acaba não sendo identificado e quando o automóvel envolvido na colisão havia sido roubado e o proprietário apresenta o boletim de ocorrência para comprovar o crime.
As seguradoras de veículos oferecem a possibilidade de se contratar uma cobertura a danos materiais contra terceiros. Normalmente, ela é utilizada para cobrir o prejuízo com o conserto do carro de uma pessoa em que o motorista bateu, mas, segundo o especialista Marcelo Simões dos Santos, que atua há 27 anos na área, os danos aos postes também estão inclusos já que as apólices falam apenas em danos materiais e não estipulam o tipo de material.
“É uma garantia que serve para amparar o segurado de sua responsabilidade civil. A legislação determina que, quando uma pessoa causa prejuízo material a alguém, ela será cobrada por isto. E tudo tem dono. O poste não é diferente. Com a cobertura de danos materiais contra terceiros, a seguradora fica responsável por esse prejuízo causado até o limite contratado, desde que tenha sido o segurado o causador da colisão”, explicou ele.

FONTE: G1

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