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A Apple reduziu o preço para trocar a bateria de iPhones no Brasil, após admitir que deixa o celular lento de propósito… Saiba mais…

A Apple anunciou uma redução de  300 reais no preço da troca de baterias dos iPhones no Brasil. A medida é uma tentativa da empresa melhorar sua imagem após assumir publicamente que deixa seus smartphones lentos de propósito e sem avisar os usuários.

A substituição de baterias dos iPhones que estejam fora da garantia custava  450 reais. Após a redução, sairá por 150 reais. O corte no preço valerá até dezembro de 2018 para todos os aparelhos a partir do iPhone 6.

Na semana passada, a Apple divulgou uma carta em que pedia desculpas pelo “jeito que lidou com a performance dos iPhones com baterias antigas”.

No mesmo documento, anunciava algumas medidas para contornar a situação. Uma delas era a redução dos preços para trocar a bateria dos smartphones. Só que os valores estavam em dólar. No dia seguinte, a empresa liberou preços em real. Outra medida prometida é uma atualização do iOS, a ser liberada no começo de 2018, que vai mostrar o estado da bateria do celular.

Entenda o caso

A polêmica começou quando a Apple admitiu ter liberado um recurso, embutido em uma atualização de seu sistema operacional, para reduzir a performance de iPhones que tivessem baterias antigas.

A empresa diz que o intuito era “oferecer a melhor experiência de performance para os consumidores”. Só que, na prática, o recurso limita a agilidade do smartphone e o deixa mais lento, já que reduz a demanda do celular por energia nos picos de uso e impede que o telefone apague de repente.

Logo depois de a empresa admitir a conduta, consumidores entraram na Justiça em busca de reparação. Até o momento, são oito ações diferentes nos Estados Unidos relacionadas ao caso, mas também há processos em Israel e na França.

Baterias

As baterias de íon-lítio passam por um processo natural de deterioração devido aos vários ciclos de carga e descarga. Nos dois casos, os íons migram entre os eletrodos positivos e negativos da bateria. Para fazer isso, atravessam o eletrólito, o material que forma a bateria.

 Cada vez que os íons percorrem esse caminho, promovem mudanças na estrutura do eletrólito. Essas alterações provocam uma erosão do material, o que prejudica a capacidade de reter uma carga e de ser uma fonte de energia constante.

Para contornar esse processo natural, a Apple criou uma forma de o sistema operacional exigir menos capacidade de processamento.

Apple pode comprar Netflix

Uma notícia está agitando  o mercado internacional de tecnologia. O motivo para isso? Analistas de mercado da empresa CITI Research (do CitiGroup) divulgaram seu novo relatório de “possibilidades de aquisição e fusão”. Esse relatório é feito com base em uma série de fatores, incluindo dinheiro em caixa, chances de crescimento financeiro, valor de ações e vários outros.

Pois após analisarem o atual momento da Apple e da Netflix, os analistas Jim Suva e Asiya Merchant chegaram à conclusão: “Há 40% de chances de a Apple comprar ou propor uma fusão para a Netflix”. Isso significa que a Maçã é, atualmente, a empresa com maior probabilidade de dar um novo direcionamento ao maior serviço de streaming do mundo.

Um dos maiores fatores que levaram a essa conclusão foi a possibilidade de a Apple repatriar US$ 220 bilhões com uma nova política de repatriação financeira de Donald Trump – que reduziu as taxas para isso. Considerando o valor atual da Netflix, com menos de 40% desse montante seria possível adquiri-la.

Fonte/ Jornal O Sul


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